quinta-feira, 22 de março de 2012

A Caminho de La Paz

Rodoviária de Cochabamba. 08h da manhã.

Após o café continental do Hostel, fomos para o Terminal de ônibus para comprar a passagem. Se pagamos demais pela passagem de Santa Cruz a Copacabana, a passagem para La Paz foi uma grata surpresa: Dos 120,00 Bolivianos que custa o bus cama (algo como leito) aqui na Bolívia, pagamos apenas 30,00 Bolivianos, visto que a Flota Bolivar estava fazendo uma promoção temporária.
Passagem barata ônibus muito bom. A única coisa ruim é que o banheiro estava estragado e não se podia usá-lo. Quem sabe foi este o motivo da promoção....

Subindo no ônibus em direção a La Paz.

A viagem foi ótima, lindas paisagens, conforto, bons filmes para os momentos em que a paisagem não agradava. A única coisa que não podíamos fazer era beber água. Como o ônibus tinha dois andares e ficamos no segundo, foi muito engraçado uma hora que o Sérgio desceu até o banheiro e ao ver que a porta estava trancada perguntou um pouco alto ao motorista: "No hay baño?"...
A paisagem dos Andes é fantástica, vales, montanhas, cadeias de montanhas, llamas, alpacas, chollas (as mulheres bolivianas com seus trajes típicos), casas rudimentares e uma ótima estrada.
Se de Santa Cruz a Cochabamba erramos ao ficar no lado direito do ônibus, desta vez escolhemos o lado esquerdo. Mais uma vez a Lei de Murphy imperou e o melhor visual estava nas janelas do lado direito. Então se um dia resolver viajar pelos andes via Cochabama até La Paz, escolha a Flota Bolívar e compre uma passagem do lado direito.
Mesmo assim, contando com a paciência dos passageiros do lado direito, tiramos boas fotos.

Casa boliviana. Em algum entre Cochabamba e Caracollos.

Vila de Agricultores.


Paramos para almoçar em uma cidade chamada Caracollos, a 3.800m de altitude. Comi 2 chocolates e uma coca, porque não me animei muito a comer um dos inúmeros pratos a base de "pollo" (frango) que o restaurante servia. Gastei 25,00 bolivianos e me dei por satisfeito. Sérgio também não se animou em comer e apelou também para o chocolate com Sprite.

O "Restaurant Bolivia", onde paramos para almoçar.

A minha cara de felicidade depois do almoço.

O restaurante onde paramos pode ser classificado como um divisor de terrenos por onde passamos. Até o Restaurante subimos e subimos circulando montanhas dos Andes. Depois do restaurante chegamos ao Altiplano boliviano, caracterizado por planícies e montanhas no horizonte. Uma paisagem praticamente diferente de tudo.,

Lago no altiplano boliviano.

A medida que a viagem se acerca de La Paz, as montanhas do Altiplano passam a apresentar Cerros Nevados, uma paisagem fantástica que vai ser muito difícil de esquecer por um bom tempo.



Fotos de Cerros Nevados visto a partir de "El Alto", parte alta de La Paz.


La Paz literalmente é um buraco cercado de montanhas por todo o lado. A parte alta de La Paz, no altiplano, é chamada de "El Alto", é como a porta de entrada de La Paz. Uma loucura. Trânsito intenso ocasionado pelas inúmeras Vans que prestam serviços do tipo Taxi coletivo para as mais diversas partes da cidade de La Paz e cidades próximas.

El Alto, La Paz. Em uma das poucas partes onde o trânsito estava tranquilo.

Vista de cima, La Paz assusta um pouco. Casas de baixa qualidade praticamente "empuleiradas" nas montanhas que cercam a parte baixa da cidade. Como em toda cidade brasileira, os mais pobres se instalaram nos morros enquanto que os ricos de La Paz moram na parte Sul da cidade em bairros novos que em nada se parecem com os bairros de crescimento desornado do "El Alto" ou dos morros da cidade. Então ao chegar em La Paz, não se assuste e não se deixe levar pela primeira impressão. Vale a pena conhecer La Paz.

La Paz. Esta é a vista que se tem da cidade quando se começa a descer para a parte baixa da cidade.

Imagem de bairros construídos nas montanhas ou encostas da cidade.

Chegamos na Rodoviária as 16:00 onde duas simpáticas senhoras bolivianas nos explicaram que sempre é bom tomar o número do táxi (seu registro) e fingir que vai passar a alguém por telefone. Elas falaram que isto pode evitar sequestros relampagos onde te levam para um determinado lugar e lhe tiram tudo. Embora tenha acatado a sugestão delas ao pegar o táxi, creio que é um pouco exagerado essa situação.
Chegamos via Av. Illampú a Calle Aroma onde está localizado o Cruz de Los Andes, o hostel onde estamos hospedados, as 16:30. Fizemos o check in, subimos ao quarto, e depois de tomar um bom banho quente (para os mais engraçadinhos ressalto que foram banhos extritamente separados e com a porta trancada...hehehe) e trocar de roupa. Saímos para conhecer a Calle de las brujas que fica muito próximo do Hostel, cerca de uma quadra de distância.

Foto da parede do quarto em que estamos hospedados no Cruz de Los Andes.

That's all...para o momento. Espero poder postar em breve novamente.



terça-feira, 20 de março de 2012

Finalmente: Fotos de Campo Grande a Cochabamba




Na saída de Campo Grande, Sexta, dia 16/03

No Aeroporto de Santa Cruz de la Sierra (Viru-Viru), Bolívia, dormindo e esperando as 6 da manhã chegar para ir até o Rodoviária pegar o ônibus para Cochabamba.

Na Estacíon Bi-Modal de Santa Cruz de la Sierra, esperando para comprar a passagem para Cochabamba

Sérgio rezando para o Santo Posto pedindo para chegar logo em Cochabamba

Uma senhora boliviana com seus trajes típicos

A Imgem que mais vi durante as mais de 14 horas sentando no ônibus da Flota San Miguel.

Assim é o interior da Bolívia em sua grande parte

A cidade de Comarapa. Ao fundo o Mercado de los Aromas.

Senhora vendendo seus produtos no Mercado de los Aromas na cidade de Comarapa

Senhora descascando batatas no Mercado de los Aromas na cidade de Comarapa

A primeira Paceña em solo Boliviano. Comarapa, Bolívia.

Sérgio mostrando seu sempre bom humor mesmo com o ônibus quebrado.

Com o ônibus quebrado, foi possível tirar belas fotos do interior da Bolívia.

Casa de Agricultores. Interior da Bolívia.

Avenida Ayachucho em Cochabamba, Bolívia.

Bagunça ou Feira? Este é o comércio livre próximo da Rodoviária de Cochabamba.

Olha o curandero aí gente. Se precisar é só ligar.

Uma carniceria, ou açougue em português.

Interior de uma rua. Se serve quase de tudo, mas não me atrevi a comer.

Feira de frutas. Compramos ótimas vergamotas, bananas e maças por um preço bem rezoável.

Estação do Bondinho que leva até o Cristo de La Concórdia.

Sérgio junto ao Cristo. O Cristo de Cochabamba é uma das maiores estátuas do mundo, sendo maior que o do Rio de Janeiro.

Visão do Cerro Nevado, aproximado 20 vezes, a partir do mirante do Cristo de la Concórdia.

Cochabamba vista pelo alto.

Uma das escadas (gradas) que levam até o Cristo.

Falando em Gradas.... Segundo o pessoal de lá, muitos deliquentes vivem próximo as escadas. Achei que é mais uma forçada de barra para usar o bondinho.

Popular tocando acordeón junto com sua família em uma das várias pequenas praças que se localizam no Cristo.

Cochabamba também tem um Ronaldiño...

Sérgio buscando a luz de Cristo. Na verdade, é possível subir pelo interior da estátua chegando até a altura dos braços. Pelo trajeto existem várias aberturas onde se pode observar o exterior.

Eu esperando o bondinho para descer. Ao fundo a cidade de Cochabama e a esquerda o Lago del Éden

A frente do Estádio Félix Capriles onde fomos assistir o jogo do time local, o Aurora, contra o Real Potosí.

Torcedora uniformizada do Aurora.

Na arquibancada do Félix Capriles.

Catedral Metropolitana. Plaza 14 de Septiembre, em Cochabamba.

Obelisco no interior da Plaza 14 de Septiembre, centro histórico da cidade de Cochabamba.

Na Rodoviária de Cochabamba, rumo a La Paz, pela Flota Bolívar. Show de ônibus.